O estudo. Peguei outra estratégia que eu mesmo gerei no StrategyQuant X, desta vez com Canal de Keltner, Estocástico e WaveTrend no EUR/USD em barras de 8 horas, e abri a lógica inteira de novo. Em 7,4 anos ela fez +US$ 519,82 no lote mínimo 0,01, com rebaixamento máximo de US$ 165,87. O número que me fez escolher ela: no período de construção (2019-2023) rendeu US$ 70,2 por ano, e no período que nunca viu (2024-2026) rendeu US$ 69,6 por ano. Uma degradação de 1%. Parece o sonho de todo backtest, e a maior parte deste texto é sobre por que esse 1% engana.
Isto é um estudo. Faço questão de dizer na primeira linha o que ele não é: não é recomendação para você operar esta estratégia, não é um produto à venda, e não é promessa de nada. Resultado passado não garante resultado futuro, e os valores em dólar são pequenos de propósito, porque medi tudo no lote mínimo 0,01. Este é o segundo texto de uma série em que eu abro robôs reais do meu banco de estratégias, com os parâmetros todos à mostra. O primeiro dissecou uma estratégia de Bollinger e WaveTrend que degradou 52% fora da amostra. Esta aqui degradou 1%, e as duas juntas contam uma história que nenhuma das duas conta sozinha.
O que a pesquisa mostra: Bailey, Borwein, López de Prado e Zhu (2014) demonstraram que quanto mais configurações de uma estratégia você testa, maior a probabilidade de o backtest estar sobreajustado, e que a métrica decisiva é quantas variações foram testadas até aquele resultado aparecer. Como quase ninguém reporta esse número, o investidor não consegue medir o grau de sobreajuste do que está comprando (Notices of the AMS, 61(5), 458-471).
Como ela funciona, em português
Antes dos parâmetros, o mecanismo. Esta estratégia usa três medidas, e cada uma responde a uma pergunta diferente sobre o preço.
A primeira mede onde o preço fechou dentro da faixa recente. Você pega a maior máxima e a menor mínima das últimas barras e olha onde o fechamento de agora caiu dentro desse intervalo. Fechou colado no topo da faixa, a medida vai perto de 100. Colado no fundo, perto de zero. Essa medida se chama Estocástico, e ela tem duas linhas: uma é o valor cru de cada barra, a outra é a média dos últimos valores dela mesma. Quando a linha crua passa por cima da linha média, os fechamentos recentes estão subindo dentro da faixa mais rápido que vinham subindo antes. É esse cruzamento que a estratégia usa para comprar.
A segunda mede se o preço está longe da média dele, e quanto é “longe” hoje. Você traça uma média móvel do preço e desenha duas linhas paralelas a ela, uma acima e outra abaixo, e a distância dessas linhas até a média não é fixa: ela é um múltiplo do tamanho médio das velas recentes. Isso importa. Um movimento de 40 pips é enorme numa semana parada e banal numa semana de notícia. Esse envelope que se alarga e se estreita sozinho conforme a agitação do mercado é o Canal de Keltner, e o tamanho médio de vela que alimenta a conta dele se chama ATR, que reaparece nos stops mais adiante.
A terceira mede se o preço está se afastando ou voltando para a média. Você calcula a distância entre o preço e uma média dele, divide pela oscilação típica daquele período para virar um número comparável entre épocas diferentes, e suaviza o resultado. Enquanto essa distância cresce, a linha sobe. Quando ela para de crescer e começa a encolher, a linha vira para baixo, e o detalhe que interessa é que essa virada costuma acontecer antes de o preço cair. Essa medida se chama WaveTrend. A estratégia usa a virada dela para vender.
Juntando as três, a estratégia inteira cabe em três frases. Ela compra quando os fechamentos recentes começam a subir dentro da faixa e a semana ainda não subiu, ou seja, uma força de curto prazo dentro de uma semana fraca. Ela vende quando o preço para de se afastar da média e começa a voltar. E ela sai de qualquer posição sem consultar indicador nenhum, apenas por stop, por alvo ou por tempo. Nada manda fechar. Essa é a decisão de desenho mais forte do arquivo, e a que mais afeta o resultado que você vai ver na curva daqui a pouco.
A lógica completa, sem esconder nada
Abri o arquivo .sqx (nome interno “Strategy 4.2.87”, formato AlgoWizard do StrategyQuant X) e li o XML inteiro. O motor é MetaTrader 5, a avaliação acontece no fechamento da barra de 8 horas, e o tamanho da posição não está cravado na estratégia: ela aponta para a gestão de dinheiro global do projeto. Reportei a curva no lote mínimo 0,01 que uso em deploy, então lucro e rebaixamento escalam juntos se você multiplicar o lote. Não há stop nem alvo no nível da conta.
Entrada comprada. Duas condições. Primeira: o Estocástico de período 5, com suavizações 3 e 3, com a linha rápida %K acima da linha lenta %D, medido na barra anterior. Segunda: o fechamento do dia anterior menor ou igual à abertura da semana. A leitura é um pedido de força de curto prazo dentro de uma semana que ainda não subiu, ou seja, compra de repique dentro de semana fraca.
Entrada vendida. Três condições, e é aqui que aparece a primeira surpresa do arquivo. A primeira é a abertura da barra anterior ser diferente da linha central do Canal de Keltner de período 37 e multiplicador 3,0, medida duas barras atrás. Leia de novo: diferente. O operador gravado no XML é o de desigualdade, e o preço de abertura praticamente nunca é exatamente igual ao valor de um canal calculado com casas decimais. Essa condição é verdadeira quase sempre, então ela não filtra nada. É ruído. O gerador aleatório do SQX deixou a condição no arquivo, e a otimização nunca a removeu porque ela também nunca atrapalhou. A segunda condição é real: a linha principal do WaveTrend de canal 33 e média 12 virando para baixo. A terceira é o filtro anti-conflito, que impede vender na mesma barra em que existe sinal de compra.
As duas saídas por sinal estão desligadas. No XML, tanto a saída da compra quanto a da venda estão gravadas como uma constante booleana false. É o valor literal do arquivo, conferido linha a linha. Na prática, nenhuma posição desta estratégia fecha porque um indicador mandou fechar. Toda saída é mecânica:
Na compra, stop de 0,6%, saída forçada após 17 barras, movimento do stop para o zero a zero quando o lucro atinge 375 pontos com folga de 1,9 vez o ATR de 12 períodos, e um stop móvel de 2,3 vezes o ATR de 77 períodos. Na venda, alvo de 1,4%, stop de 1,0% e stop móvel de 1,4 vez o ATR de 7 períodos, sem saída por tempo. Repare na assimetria: a compra tem prazo de validade e não tem alvo, a venda tem alvo e não tem prazo. São dois mecanismos diferentes para cada direção, e nenhum deles depende de indicador.
Este é o segundo aviso que espalho pelo texto. Mostrar a receita completa não entrega uma máquina de fazer dinheiro. Uma estratégia isolada, sem teto de perda e sem gestão de risco de portfólio, é frágil por construção. O que você acabou de ler é uma peça. E uma peça sozinha não sobrevive a um ano ruim.
Onde ela ganhou e onde ela quebrou
Cruzei o resultado ano a ano com o contexto macro do EUR/USD. O padrão é limpo. E é quase o oposto do que a estratégia do primeiro estudo mostrou.
2019 (+US$ 216,91), o auge. O melhor ano dela, de longe. O par passou o ano preso entre 1,09 e 1,16, sem catalisador, com o Fed cortando juros no meio do ciclo e sem divergência clara contra o ECB, e uma estratégia que compra repique dentro de semana fraca colhe exatamente esse tipo de mercado parado. Quase 42% de todo o lucro dos 7,4 anos saiu daqui.
2020 (+US$ 106,94). O ano da COVID, com o crash de pânico em março e a alta firme até dezembro, com o Fed a zero e compra de ativos sem teto anunciado, o que deu movimento nos dois sentidos dentro de doze meses. Segundo melhor ano.
2021 (−US$ 13,50). Queda persistente de 1,23 para 1,12, conforme o mercado precificou o aperto do Fed enquanto o ECB seguia parado. Tendência de baixa arrumada, e ela perdeu dinheiro. Pouco, mas perdeu.
2022 (−US$ 1,99). Aqui está o número que mais me interessou de todo o estudo. Foi o ano do dólar forte: o Fed subiu 425 pontos-base, veio o choque de energia da guerra na Europa, e o EUR/USD despencou até a paridade em julho e ao mínimo de 0,9536 em setembro, o menor nível desde 2002. A pernada de baixa mais limpa em vinte anos. E esta estratégia terminou o ano no zero a zero.
2023 (+US$ 42,42). O par ficou preso numa faixa de cerca de 830 pips o ano inteiro, sem catalisador novo, e o ano que quebrou a estratégia do primeiro estudo foi justamente o que pagou esta aqui. Range é o alimento dela.
2024 (−US$ 19,97). Ano partido em dois, com o miolo entre 1,07 e 1,09 e uma pernada de alta do dólar no quarto trimestre depois da eleição americana, com o par caindo para perto de 1,04. Ela perdeu no ano.
2025 (+US$ 130,10). O segundo melhor ano. O par saiu de 1,02 para 1,18 no primeiro semestre depois do choque tarifário de abril, numa fuga do dólar rápida e cheia de saltos. Movimento violento e descontínuo, do tipo que estopa sistema calibrado para tendência ordenada. Esta colheu.
2026 até junho (+US$ 58,91). Pernada de alta em janeiro, com o par cruzando 1,20, seguida de correção e lateralização. Ano parcial, positivo.
Junte os extremos e o retrato aparece. Os anos que pagam esta estratégia são os de lateralização (2019, 2023) e os de movimento brusco e descontínuo (2025), enquanto os anos que não pagam são justamente os de tendência longa e ordenada (2021, 2022). Ela vive do repique dentro do range e do solavanco. Em linha reta, passa em branco.
Ela sobreviveu fora da amostra?
Agora o teste que separa uma estratégia de um autoengano. Esta foi construída e otimizada com dados de 2019 a 2023, e esse é o período in-sample, onde os parâmetros foram escolhidos por terem funcionado. O período de 2024 a 2026 é forward real, dados que ela nunca viu na construção. É o único trecho honesto da curva.
Os números são estes. No in-sample de cinco anos, +US$ 350,78, uma média de US$ 70,2 por ano; no forward de 2,4 anos, +US$ 169,04, uma média de US$ 69,6 por ano. A degradação é de 1%. Se eu parasse a análise aqui, escreveria que encontrei uma estratégia sem sobreajuste, e estaria vendendo uma conclusão que o próprio dado não sustenta.
Por que o 1% engana. Uma média igual dos dois lados não quer dizer comportamento igual dos dois lados. Olhe a composição. No in-sample, os cinco anos foram +216,91, +106,94, −13,50, −1,99 e +42,42, ou seja um ano gigante e quatro anos entre pequeno e negativo; no forward, os anos foram −19,97, +130,10 e +58,91, um ano negativo e dois positivos, com o grosso concentrado em 2025. Nos dois períodos o resultado veio de um único ano bom carregando os outros. A média por ano é estável porque a estrutura é a mesma, e a estrutura é dependência de um ano excepcional. O que está aí é uma distribuição de resultados muito torta, com a mesma média nas duas metades por coincidência das duas amostras.
Tem mais. O melhor ano de todos, 2019, está dentro do período de construção, e sozinho responde por quase 42% do lucro total. Uma estratégia otimizada num período que contém o ano mais favorável da amostra tem uma vantagem que o forward não precisou repetir para manter a média, porque o forward também teve o seu ano excepcional, 2025. Dois eventos raros, um de cada lado. Chamar isso de estabilidade é ler sorte como método.
A régua honesta aqui é a frequência de anos negativos. Três dos sete anos fechados deram prejuízo, e isso vale igual dentro e fora da amostra. É o mesmo mecanismo que a probabilidade de sobreajuste do backtest mede e que o Sharpe deflacionado tenta corrigir quando se testa muita variação.
O espelho: onde esta ganha, a outra perde
Aqui está o achado que me fez publicar as duas juntas. Coloquei o resultado anual desta estratégia ao lado do da estratégia de Bollinger e WaveTrend do primeiro estudo, medidos no mesmo par, no mesmo período e no mesmo lote:
| Ano | Bollinger + WaveTrend | Keltner + Estocástico | O que o mercado fez |
|---|---|---|---|
| 2021 | +US$ 48,06 | −US$ 13,50 | baixa persistente, 1,23 para 1,12 |
| 2022 | +US$ 130,19 | −US$ 1,99 | dólar forte, paridade, tendência limpa |
| 2023 | −US$ 30,15 | +US$ 42,42 | range de ~830 pips o ano inteiro |
| 2024 | +US$ 33,66 | −US$ 19,97 | range no miolo, pernada no 4º trimestre |
| 2025 | −US$ 28,62 | +US$ 130,10 | alta brusca por tarifas, cheia de saltos |
Em 2022 uma fez o melhor ano da vida e a outra ficou no zero. Em 2025 inverteu, com quase o mesmo tamanho. Nos cinco anos da tabela as duas nunca ganharam bem ao mesmo tempo, e em três deles uma ganhou enquanto a outra perdia. Não é coincidência e não é sorte: uma delas precisa de tendência longa e ordenada, e a outra precisa de range ou de solavanco. São mecanismos que respondem a regimes opostos.
Isso é a tese da casa aparecendo em dado medido. Uma carteira com estas duas não teria o melhor ano de nenhuma das duas, e também não teria o pior. Somando as duas colunas em 2022 daria +128,20, e em 2025 daria +101,48. Nenhum ano catastrófico, nenhum ano heroico. É por isso que este projeto virou a montagem de um portfólio em vez de caça a uma estratégia, e é por isso que eu meço quantos comportamentos independentes existem dentro da carteira em vez de contar quantos robôs ela tem.
Uma ressalva honesta: são duas estratégias, num par só, num período só. Dois comportamentos complementares não fazem uma carteira, e a complementaridade que aparece aqui em sete anos pode não se repetir nos próximos sete. O que este par prova é que o efeito existe e pode ser medido. Se ele vai continuar valendo é outra pergunta, e eu não tenho como responder antes de os anos passarem.
O que este estudo ensina
Três lições que passam desta estratégia para qualquer outra.
Primeira, degradação baixa não é sinal de qualidade. O 1% desta estratégia veio de duas metades com a mesma média e a mesma dependência de um ano excepcional, então antes de comemorar qualquer comparação de in-sample contra forward, abra a composição ano a ano dos dois lados. Uma métrica que resume sete anos num número só esconde exatamente o que você precisa ver.
Segunda, leia o arquivo, não o rótulo. Uma das três condições de entrada vendida desta estratégia é uma comparação de desigualdade que é verdadeira quase sempre, ou seja, ela não filtra nada. Isso não aparece em relatório de performance nem em curva de equity. Só abrindo o XML e lendo o operador gravado ali.
Terceira, o valor de uma estratégia depende de quais outras você tem. Julgada sozinha, esta aqui é medíocre. Três anos negativos em sete, e um rebaixamento de 165 dólares num lucro de 519. Colocada ao lado de uma seguidora de tendência, ela cobre justamente os anos em que a outra quebra. A pergunta útil é o que ela faz nos anos em que o resto da carteira apanha.
Fecho com o mesmo aviso do começo. Nada aqui é recomendação. É a dissecação de uma estratégia real com os defeitos escancarados, publicada porque ver onde uma estratégia falha ensina mais do que ver onde ela brilha.
Os números deste estudo
| Métrica | Valor | Contexto |
|---|---|---|
| Net total (7,4 anos, lote 0,01) | +US$ 519,82 | escala junto com o lote; o que importa é o formato da curva |
| Rebaixamento máximo | US$ 165,87 | 32% do lucro total do período |
| Net in-sample (2019-2023) | +US$ 350,78 | US$ 70,2 por ano; período de construção e otimização |
| Net forward (2024-2026) | +US$ 169,04 | US$ 69,6 por ano; dados nunca vistos na construção |
| Degradação in-sample para forward | 1% | estável na média, e instável na composição |
| Melhor ano (2019) | +US$ 216,91 | quase 42% do lucro dos 7,4 anos, e está dentro do in-sample |
| Anos negativos | 3 de 7 | 2021, 2022 e 2024; a régua mais honesta do estudo |
| Ano do dólar forte (2022) | −US$ 1,99 | a maior tendência em 20 anos, e ela ficou no zero |
Perguntas frequentes
Degradação de 1% significa que a estratégia é boa?
Não. Significa apenas que o lucro médio por ano foi parecido dentro e fora da amostra. Nesta estratégia os dois períodos têm a mesma média porque os dois dependem de um único ano excepcional carregando os demais, 2019 de um lado e 2025 do outro. A composição é torta nos dois lados, e a métrica de degradação não enxerga isso porque ela compara médias, então abra sempre o resultado ano a ano dos dois períodos antes de concluir qualquer coisa a partir de uma degradação baixa.
O Canal de Keltner funciona?
Nesta estratégia específica, o Canal de Keltner aparece numa condição que não filtra nada, porque o operador gravado no arquivo é de desigualdade e a abertura do preço quase nunca é exatamente igual ao valor do canal. Ou seja, aqui ele está presente no nome e ausente no efeito. O que de fato move as entradas vendidas é a virada do WaveTrend, e o que move as compras é o Estocástico dentro de semana fraca. É um bom exemplo de por que a lista de indicadores de um robô diz muito pouco sobre o que ele faz.
Por que publicar uma estratégia com três anos negativos em sete?
Porque o valor dela não está no resultado isolado. Ela perde exatamente nos anos de tendência longa, que são os anos em que uma seguidora de tendência ganha, e ganha nos anos de range e de solavanco, que são os que quebram a seguidora. Numa carteira, esse comportamento vale mais do que uma curva bonita sozinha. Publicar só as estratégias com sete anos positivos daria uma série mais vendável e bem menos verdadeira.
Essa estratégia está à venda?
Não. Este é um estudo, e abri a lógica inteira de propósito, incluindo cada parâmetro, porque a minha tese é que o valor não está na receita secreta. Não há link de compra, não há assinatura, e não estou recomendando que ninguém opere isto. O objetivo é mostrar como uma estratégia real se comporta ao longo de sete anos e por que ela ganha ou perde, para que o leitor aprenda a olhar o processo de validação, que é onde a vantagem mora.
Referências
- Bailey, D. H.; Borwein, J. M.; López de Prado, M.; Zhu, Q. J. (2014). Pseudo-Mathematics and Financial Charlatanism: The Effects of Backtest Overfitting on Out-of-Sample Performance. Notices of the American Mathematical Society, 61(5), 458-471. ssrn.com.
- López de Prado, M. (2018). Advances in Financial Machine Learning. Wiley. Sobre in-sample versus out-of-sample e por que o backtest superestima. wiley.com.
- Atlantic Council (2022). The euro at parity with the USD: implications for the global economy. Contexto do dólar forte e da paridade em 2022. atlanticcouncil.org.
- Pound Sterling Live. EUR/USD history 2023. Faixa de ~1,0448 a 1,1276, amplitude de ~827 pips no ano. poundsterlinglive.com.
- Anatomia de uma Estratégia Real: Bollinger e WaveTrend no EUR/USD, 7 Anos Abertos Sem Esconder Nada
- Diário de um Portfólio de Robôs (5): O Bug que Inverteu Vencedores e Perdedores
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Quem escreve: Flávio Araújo
Trader algorítmico há mais de 13 anos, MBA em Mercado de Capitais e Derivativos. Mantém um laboratório próprio que já rodou mais de 20 milhões de backtests e analisou mais de 20 mil estratégias, e opera um portfólio de robôs acompanhado publicamente no blog. LinkedIn · Instagram · YouTube
